O presidente estadunidense Joe Biden assinou decretos, agora há pouco, que classificou como referentes à política de igualdade racial.
Dentro dos aspectos abordados está a não renovação de contratos de privatização de penitenciárias federais, diz Biden que a experiência é trágica e o tratamento dispensado é altamente discriminatório.
Biden criou também o policiamento comunitário, na perspectiva de miscigenar a segurança pública com agentes comunitários com elevado senso de consciência social melhorando, efetivamente, o tratamento dos segmentos sociais vítimas de tratamento discriminatório.
Biden deixou bem claro seu incômodo com o fato de os EUA serem o país com a maior população carcerária do planeta, daí o combate à prisão decorrente do preconceito racial que faz dessa população carcerária ser composta majoritariamente por afrodescendentes e latinos.
O Brasil, com efeito, deve ficar de orelha em pé diante dessas medidas reconhecidamente agressivas contra essa chaga histórica que acomete os americanos do norte, na medida em que o sucesso delas pode nos levar a assumir essa deprimente liderança, principalmente sob um governo fascista.


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