Ao que tudo indica, com a votação do Orçamento da cidade de Belém para 2021, ora em andamento na Câmara Municipal, encerra-se a gestão de oito anos sob Zenaldo Jr(PSDB).
Evidente que o orçamento votado no Legislativo deveria ser enviado ao Executivo, independente do gestor à frente da administração, preservando-se o caráter impessoal do serviço público.
No entanto, o atual alcaide em fim de linha e seus vereadores aliados não fizeram outra coisa, após consolidada a vitória de Edmilson Rodrigues, do que atirar cascas de banana ao novo alcaide.
Por isso, o psolista fez muito bem em enviar mensagem ao Poder Legislativo listando prioridades da PMB para o ano que vem, além de deixar clara a disposição de ceifar penduricalhos do orçamento.
Claro que isso não exclui riscos, afinal, a prerrogativa da apresentação de emendas, por parte dos vereadores, é direito fundamental e há mais de uma centena atualmente em discussão.
Todavia, ao estabelecer prioridades o novo prefeito pode recorrer à maioria parlamentar ao seu alcance, na legislatura que se inicia em 1º de janeiro, e resgatar suas ações através de autorizações legislativas.
Assim, a macrodrenagem de bacias hidrográficas, urbanização da Vila da Barca, da bacia do Paracuri e sistemas de abastecimento de água do Fidélis(Outeiro) e Cotijuba podem, finalmente, ser tratados como prioridades. Que assim seja.


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