
Comandante do Exército brasileiro, a pretexto de rebater as aleivosias do 'capetão', afirmou que não permitirá que a política adentre os quartéis.
Deveria, por dever funcional e moral, comportar-se como hermeneuta da mão dupla que o caso requer não permitindo que a política seja infestada por fardados alheios ofício das tratativas na polis.
Para tal, que impusesse as regras da hierarquia da caserna lembrando aos recalcitrantes a obrigatoriedade de assumir a vida civil, caso estejam seduzidos inapelavelmente por essa atividade.
Não deveria, ainda, em nome do zelo da austeridade que marca a vida militar, permitir que o Malsinado Vilas Boas, vulgo 'Resto de Guerra, propague seus arroubos golpistas deploráveis.
E, pra terminar, termine com essa deplorável orgia da multiplicação de DAS entre fardados, promovida pelo capitão reformado já sonhando com eventual aventura. Aí daria para acreditar que é pra valer.

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