Depois da militarização da Escola Estadual Brigadeiro Fontenelle, mais uma escola nos moldes castrenses sendo projetada para Belém.
A pergunta é: vale a pena, governador, trocar-se o ensino sob padrões minimamente civis por essa degradação caxiense baseada na hierarquia e na opressão, em troca de R$1 milhão?
Será que a mera divulgação de dados estatísticos justifica a adoção de um modelo de ensino anacrônico, inspirado no olavismo, torpe concebido por um colombiano idiota que passou uma chuva no MEC?
Claro que a história cobrará de todos os que foram lenientes com essa experiência infame, que tenta resgatar a desgraça pedagógica vinda junto com a ditadura imposta em 1964.
Escolas militares significam um retrocesso didático, uma aventura miliciana e uso do dinheiro público desviado da educação laica a esses guetos que nenhum benefício devolvem à sociedade.


Um comentário:
Essas estatísticas não condizem com a realidade, pois, essas instituições não preparam os estudantes, elas apenas selecionam os estudantes que já estão preparados.
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