
Curioso é que essa xaropada televisiva metida a internacional passou cem por cento de sua existência vaticinando o fim do PT, sonho dos mercenários midiáticos que faziam parte daquela imundície.
Nunca foi um programa que arrancasse a atenção sequer do público a que se destinou: a elite e classe média brazucas, ambas lavadas e enxaguadas nas águas do baladismo frenético, sem tempo para quinquilharias televisivas embrulhadas pra presente.
Uma ou outra imprecação de Paulo Francis, ou eventualmente Arnaldo Jabor, dois neo direitistas que queriam mostrar estar mais próximos dos escrotos dos patrões do que os mais antigos no ofício da ordenha escrotal, chegaram a ter alguma repercussão.
Morre sem deixar legado, saudade ou merecer qualquer referência elogiosa depois de quase três décadas de retórica torpe, vil, desonesta, apenas digno do vil jornalixo praticado, que um dia julgou-se à altura de trocar os sinais e atingir o nível de um Samuel Wainer, Barbosa Lima Sobrinho e outros grandes jornalistas que honraram a profissão.

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