Em um determinado momento desses oito anos de pífia administração de Zenaldo Jr à frente da prefeitura de Belém, chegou a ser noticiado que tinha mais assessores especiais que o prefeito de São Paulo, cuja população é 12 vezes maior que a daqui.
Isso explica em grande parte o porquê da penúria administrativa, estampada pela falta de iniciativas que geralmente marcam uma gestão, no entanto, no caso, a opção pelo aprisionamento do orçamento municipal à rubrica CUSTEIO, castigou a cidade com maquiagem de péssimo gosto.
Refém de uma única obra, e assim mesmo marcada pela fatalidade da Lei de Murphy, Zenaldo vai embora sem concluir sequer o tal monstrengo que tentou costurar pra dizer que é seu acabando por colar-se à parceria com antecessor, mesmo que essa obviedade desagrade a ambos.
Assim, depois de 38 anos ininterruptos de mandatos eletivos, o alcaide em fim de festa dará um descanso à população e passará ao menos dois anos sem mandato, e isto caso a justiça não julgue alguns dos imbroglios em que está metido e aumente o tempo dessa quarentena. Aguardemos, pois.


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