Ah, sim. Tá tudo explicado. O candidato à prefeitura de Belém pelo Partido da Mulher Brasileira é homem, todavia, é um ginecologista, isto é, não é mulher mas alguém que conhece a fundo seus problemas.
Só deixa o eleitor ressabiado quando, em entrevista a um jornal local, o candidato declara, cheio de auto elogios, que deixou sua 'zona de conforto'(uuuuuuiiiiiiii!) para cumprir essa missão política.
Nesses tempos abdelmahssicos, não seria mais prudente evitar metáforas com alto teor de ambiguidade? Ou, se sua especialidade fosse a proctologia, também consideraria operar em uma 'zona de conforto'?

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