Ao incluir a atenção básica à saúde em seu famigerado Programa de Parcerias de Investimento da Presidência da República, abrindo brecha para a insanidade que seria a privatização de unidades básicas de saúde, Bolsonaro inscreve seu nome entre os mais torpes ditadores paridos pelo golpe dado em 1964, que destruíram conquistas históricas da população brasileira, tais como a estabilidade no emprego, um vasto sistema de ferrovias e perspectiva de uma agricultura baseada na produção do homem do campo.
Pra piorar, o infame decreto privatista(decreto Nº10.530/20) transfere ao Ministério da Economia a decisão a respeito das parcerias, ou seja, coloca sob a irresponsabilidade delinquente do agiota Paulo Guedes a decisão a respeito de quais empresas da medicina privada abocanharão esses recursos públicos que o Ministério da Saúde tinha a obrigação de transferir a municípios a fim de bancar o atendimento imediato daquela população mais carente que não tem outra alternativa de assistência médica.
Assim, a medicina privada passa de gestora a proprietária dos recursos públicos destinados à saúde pública, assim como os comparsas da agiotagem de Guedes já dominam grande parte do OGU, através da transferência de um grande naco desse dinheiro público para que fortaleçam negociatas no cassino financeiro, bem ao gosto dos magnatas que hoje vivem de ganhos estratosféricos, sem produzir um alfinete, assim como mascates da fé alheia, latifundiários e quem mais estiver disposto a financiar a campanha de reeleição desse vil fascista. Lamentável!


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