Diante do favoritismo do psolista Edmílson Rodrigues, segundo revelam as pesquisas até aqui publicadas, para a disputa da sucessão municipal de Belém o atual alcaide dá a entender que lançará mão de vários aliados a fim de pulverizar votos e forçar um segundo turno.
E, pelo visto, bastou demonstrar disposição, em uma roda de papo à pérgula da piscina da Assembléia Paraense, como gostam de falar os colunistas sociais, demonstrar para tornar-se apto ao embate com o endosso de Zenaldo Jr.
Pelas contas, já são cinco os que estarão na disputa, sendo que o 'viralata borralheiro' presidente da CMB há seis anos, após manobra fora da lei para tal, foi descartado porque não preenchia dois requisitos pra fazer parte dessa equipe coxinha: não tem berço e muito menos voto.
Essa presepada lembra 1988, quando Sahid Xerfan calçou bota e vestiu safari e foi enganar na periferia, nomeado alcaide pelo governador Jader Barbalho; aí, brigou com Jader, virou candidato do bairro de Nazaré, elegeu-se com mais de 70% dos votos e constitui-se no maior fiasco eleitoral da história da cidade.
Todavia, elegeu uma chusma de colunáveis vereadores, estendendo o fiasco do Executivo ao Legislativo e hoje nem na parede da casa constam as figuras. Pelo jeito, Zenaldo Jr., sobrevivente daquela pantomima, quer repeti-la em forma de embuste e desavergonhada compra de votos. Cuidado!


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