
Nas últimas 24 horas, os Estados Unidos registraram mais de 52 mil novos casos e bateram recorde de infecções por coronavírus pela quinta vez em pouco mais de uma semana. O Brasil, segundo o balanço desta quinta-feira (2), divulgado pelo Ministério da Saúde, ganhou mais 48.105 mil novas infecções diárias. Os dados atualizados apontam um total de 61.884 óbitos, dos quais 1.252 nas últimas 24 horas, e 1.496.858 contaminações. À parte as históricas comparações entre Brasil e EUA no campo da sociologia, no contexto da crise sanitária, muitos cientistas consideram que o Brasil vai se tornar a América amanhã.
E o amanhã está logo ali. Com a consolidação dos dados das últimas semanas, tudo indica que, em um futuro muito próximo, o Brasil deverá replicar a tragédia americana em escala ampliada, com grandes chances de deixar os EUA para trás em número de infecções e mortes. Para isso, basta que o presidente Jair Bolsonaro continue reproduzindo os erros de Donald Trump no enfrentamento da pandemia de Covid-19. Acrescente-se ao caldeirão do desastre uma economia já destroçada por uma política socialmente excludente e voltada para privilegiar o mercado financeiro, e a catástrofe está anunciada.
As semelhanças entre os dois chefes de Estado encontram raízes já no início da crise. Alertados sobre a chegada da pandemia, os aliados de ocasião Trump e Bolsonaro adotaram um discurso negacionista para referir-se ao coronavírus, manifestado quase em tom de deboche. Com uma diferença: Bolsonaro teve pelo menos mais de um mês de vantagem desde o registro do primeiro caso de um americano infectado até a chegada do vírus ao Brasil. O primeiro infectado em território norte-americano foi anunciado no dia 21 de janeiro. No Brasil, em 26 de fevereiro.
Seguindo a tática de subestimar o surto, Trump e Bolsonaro advogaram em nome da “salvação” da economia – como se isso pudesse ser dissociado da vida humana – afinal, morto não trabalha. Em seguida, atacaram, cada um a seu tempo, governadores e prefeitos que adotaram medidas de isolamento para proteger a população de seus estados e municípios. Também abriram guerra à Organização Mundial da Saúde (OMS). Trump acusou as Nações Unidas de protegerem a China, que teria escondido informações sobre a pandemia e anunciou o rompimento dos EUA com a entidade. Por sua vez, Bolsonaro atrasou repasses à OMS e também ameaçou cortar verbas.
E o amanhã está logo ali. Com a consolidação dos dados das últimas semanas, tudo indica que, em um futuro muito próximo, o Brasil deverá replicar a tragédia americana em escala ampliada, com grandes chances de deixar os EUA para trás em número de infecções e mortes. Para isso, basta que o presidente Jair Bolsonaro continue reproduzindo os erros de Donald Trump no enfrentamento da pandemia de Covid-19. Acrescente-se ao caldeirão do desastre uma economia já destroçada por uma política socialmente excludente e voltada para privilegiar o mercado financeiro, e a catástrofe está anunciada.
As semelhanças entre os dois chefes de Estado encontram raízes já no início da crise. Alertados sobre a chegada da pandemia, os aliados de ocasião Trump e Bolsonaro adotaram um discurso negacionista para referir-se ao coronavírus, manifestado quase em tom de deboche. Com uma diferença: Bolsonaro teve pelo menos mais de um mês de vantagem desde o registro do primeiro caso de um americano infectado até a chegada do vírus ao Brasil. O primeiro infectado em território norte-americano foi anunciado no dia 21 de janeiro. No Brasil, em 26 de fevereiro.
Seguindo a tática de subestimar o surto, Trump e Bolsonaro advogaram em nome da “salvação” da economia – como se isso pudesse ser dissociado da vida humana – afinal, morto não trabalha. Em seguida, atacaram, cada um a seu tempo, governadores e prefeitos que adotaram medidas de isolamento para proteger a população de seus estados e municípios. Também abriram guerra à Organização Mundial da Saúde (OMS). Trump acusou as Nações Unidas de protegerem a China, que teria escondido informações sobre a pandemia e anunciou o rompimento dos EUA com a entidade. Por sua vez, Bolsonaro atrasou repasses à OMS e também ameaçou cortar verbas.
(Agência PT de Notícias)

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