
O Brasil tem 1/3 do total de infectados pelo coronavírus nos EUA, 614 mil brasileiros e 1,8 milhão de estadunidenses, todavia, nos últimos 14 dias o Brasil registrou 304 mil casos, contra 295 mil do USA.
Resultado: OMS e orgãos de saúde de algumas universidades já dão o Brasil como o novo epicentro mundial da pandemia, em curva ascendente agravada pelo relaxamento das medidas recomendadas.
Mais grave é perceber que a subnotificação está sendo utilizada de forma a amenizar a situação, em razão de uma postura governamental de atender aos interesses comerciais em detrimento à saúde.
Ainda hoje, o Correio Braziliense noticia que Bolsonaro mandou o Ministério da Saúde retardar a divulgação dos boletins diários para as 22hs, a fim de evitar que sejam noticiados nos telejornais.
Trata-se, em caso da veracidade da notícia, de monstruosidade inominável por parte da autoridade máxima do país, passível da acusação de crime contra a humanidade em tribunais internacionais.
Ontem, foi noticiado também que Jair Messias vetou dispositivo, aprovado pelo Congresso Nacional, que repassava R$8,9 bilhões a estados e municípios a fim de reforçar o caixa no combate ao coronavírus.
Conclusão: estamos diante de um monstro repugnante, jamais de um estadista que governa um país visando o bem comum, daí estar submetendo o Brasil a boicotes econômicos de outros países com graves prejuízos a todos.

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