
Jair Bolsonaro elegeu-se presidente beneficiando-se da mística do salvador da pátria, versão fascismo tolerável à época, pois tudo era aceitável desde que a esquerda não voltasse a governar.
Assim, foi imposto o embuste do 'mito' como a novidade das eleições, espécie bizarra de terceira via que veio pra impedir que a 'roubalheira' petista e o neoliberalismo quatro vezes derrotado pelo PT triunfassem.
Convenientemente, ocultou-se expor a trajetória nada edificante do 'mito', que ia desde sua expulsão do quartel por ato terrorista, até seu histórico inoperante de deputado praticante dos vícios mais torpes praticados no parlamento.
Passou a ser a opção preferencial do conservadorismo neoliberal, depois que a mídia constatou que nada poderia fazer pelo seu queridinho privata, reforçada pela escolha do seu czar da economia, um conhecido agiota do cassino financeiro.
Pra que não expusesse a manjada figura facilmente desmascarada por sua folha corrida no submundo do rentismo, ocultou-se também o candidato da necessária exposição ao público a fim de poupar seu analfabetismo funcional.
Ocultadas as intenções mais sórdidas de agressão a direitos sociais, produziu-se uma campanha onde nada era proposto, apenas havia um 'mito', uma rede de fakes pra dar curso à difamação do adversário iniciada pela mídia golpista.
Agora, existe um 'bode' e suas práticas demoníacas, prestes a ser imolado em sacrifício, mas a política de exclusão social parece intocável por aqueles que se julgam fazer parte dos 70%, porém estão entre aquele 1% que sempre viveu da desigualdade social secular.

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