
A prisão da bolsonarista Sara Winter atende quase a um clamor da detenta, que inúmeras vezes atentou contra representantes de poderes da República e seus integrantes a fim de ressaltar a hegemonia do Executivo sobre os demais.
Interpretação bizarra, pautada na imbecilidade olavista, esta crente que o Exército garante a vontade do chefe do Poder Executivo acima das leis vigentes, alcunhando essa bizarrice da nova política que veio moralizar os costumes públicos no país.
Sara 'esticou a corda' o quanto pôde, na vã esperança que as Forças Armadas chegassem feito a cavalaria no forte pra massacrar índios, garantindo o 'direito divino' do capetão pra submeter os poderes Judiciário e Legislativo aos delírios fascistas.
Quebrou a cara. Aí, tentou passar de líder guerrilheira pra mártir quebrando a cara duplamente porque a prisão ocorre em razão de inquérito movido contra ela e o grupo que chefia, de forma preventiva e inafiançável, o que aponta para a possibilidade de uma longa temporada atrás das grades.

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