
Enquanto o mundo está reunido pra discutir um provável novo papel da Organização Mundial de Saúde(OMS), o Brasil não tem sequer um ministro da Saúde.
O interino já disse que só entende de compras, mas é "leigo" nas questões referentes as atribuições da pasta, denotando a imensa irresponsabilidade do atual presidente da República.
Claro que essa parvoíce ministerial, essa idiotice presidencial e esse ônus social decorrente de um governo inepto, inconsequente e incompetente levará à submissão a posição dos EUA.
Mesmo minoritária e insensata, a posição de Donald Trump tem apenas um objetivo: transferir à Organização as responsabilidades pela incompetência trumpista diante do caos interno nos EUA.
Agora, com 1,5 milhão de infectados, 90 mil mortos e uma situação que teima em não ceder, muito por causa da incúria governamental, repita-se, tenta-se jogar nas costas da OMS a responsabilidade.
E o Brasil, bovinamente como recorrente no atual governo, deve embarcar nessa aventura, mesmo que essa postura seja minoritária, oportunista e refratária aos fatos da conjuntura mundial.
Mas, que esperar de um pária diplomático como Bolsonaro? Que coroa sua estupidez nomeando para o cargo de ministro da Saúde um general leigo, cuja ação mais conhecida foi castigar um recruta fazendo-o puxar uma carroça no pátio do quartel?

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