
Um dia após Bolsonaro dizer que sai do governo em primeiro de janeiro de 2027, uma pesquisa MDA, encomendada pela CNT, mostra que a avaliação negativa de seu governo foi de 31%, para 43,4%, quase a metade dos entrevistados.
Mesmo que avaliação positiva de seu desempenho à frente da presidência da República continue nada desprezível, em 32%, abaixo dos 34,5% da última avaliação, ainda assim trata-se de decadência injustificável para tanto otimismo.
Com esse ciclo ultraliberal moribundo, possivelmente dando lugar a um outro programa de governo da lavra do Poder Moderador, pergunta-se como será o governo quando o caos sanitário amainar e vier o caos econômico decorrente da insanidade guedista?
Mesmo que o ministro/agiota já tenha sido defenestrado, é pouco provável que Bolsonaro venha ter o protagonismo político atual e isto se refletirá na sua conduta política e o fará ver que muito já terá ganho só terminando ileso o atual mandato.

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