
Desde o golpe, a população dita como pertencente ao andar de baixo vai vivendo da caridade de quem lhe detesta, mas precisa explorá-la eventualmente.
Segundo dados do IBGE, publicados hoje no UOL, há 11,7 milhões de empregados com carteira assinada e 24,2 milhões sem carteira e sem CNPJ, reféns do 'bico'.
Segundo o UOL, "os números são os mais altos já registrados na série da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios Contínua(PNAD), iniciada em 2012.
Se o governo da bpçalidade não acabar com a Pnad, é provável que a próxima amostragem revele que a proporção entre bico e empregado formal cresça até ficar na proporção de 3 pra 1.
Quando chegarmos nesse estágio, que não demorará muito seguindo o ritmo atual, enfrentaremos situações bizarras como constatar que há mais vendedores/pedintes nos ônibus do que passageiros.

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