
Sumido desde que sua condição cítrica da famiglia boçal foi desvendada pelo COAF, eis que fabrício Queiroz foi localizado pela revista Veja, nas imediações do hospital Albert Einstein.
Diante da revelação, deve tomar outro cá de sumiço com capim invisível, principalmente depois que Boulos sugeriu que seja instado a esclarecer coisas como o custeio de seu tratamento.
Aliás, perguntas a respeito do paradeiro, tratamento em hospital caro, incondizente com sua renda, suas ligações marotas com o clã da boçalidade não faltam, o diabo são as respostas.
Se sem elas, as respostas, já está difícil convencer a população que Queiroz agiu por conta própria, imagina se derem um aperto no cabra e ele for obrigado a falar de todo o rito bandalho da missa boçal.
Diante do risco, é capaz de mandarem Queiroz para o hospital de base de Brasilia, que tem a fama histórica de começar tratamentos intensivos seguidos da fabricação de de cujus.
Assim, vivendo como uma espécie de fantasma da ópera(bufa), ocultado por iniciativa daqueles que o cultivaram no pomar da malversação do dinheiro público, pode até ter duração razoável.
Todavia, exposto à curiosidade pública certamente será vítima do pesticida à base da truculência com que a famiglia costuma tratar aquilo que a incomoda, 'plantando' Queiroz em um local onde só nascem lápides. Credo!

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