Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

O Golbery do golpe de 2016 e o biógrafo da gasolina desavergonhada e derrotada



Primor de senilidade e velhacaria o artigo de hoje do golberysta Elio Gaspari, concluindo um acordo de leniência e sentenciando Dilma Rousseff, embora o dito acordo até hoje não tenha sido concluído, conforme o próprio admite, dentre todas as empulhações desfiadas.

Dispensa a informação que Pedro Barusco e Renato Duque estão soltos, depois que disseram tudo que o verdugo togado de Curitiba queria ouvir, encontrando-se atualmente flanando na companhia de Alberto Yussef, outro beneficiário da bondade jurídica de Moro.

Omite, também, a limpa feita por Dilma na Petrobras fato largamente noticiado pelo jornal que o dito velhaco escreve, justamente porque colocou no olho da rua os larápios que ele acusa, mas convenientemente não diz o nome dos coronéis políticos que os apadrinhavam.

Na verdade, Gaspari tenta salvar o parentesco abandidado que, este sim, arruinou a companhia e fez o dito privata irresponsável sair correndo no rumo da iniciativa privada, deixando o país em estado pré convulsivo com a barbeiragem condenada até por privatas históricos, como Mendonção.

É mais uma tentativa frustrada de salvar a volta do fernandohenrriquismo à Petrobras, enxotado em 2002 pelo povo nas urnas; e enxotado novamente em maio de 2018, diante da depravada política de engessamento da estatal brasileira em favor das multinacionais patrocinadoras do golpe.

Felizmente, Gaspari não tem mais fôlego pra produzir mais calhamaços pseudo históricos a respeito da gasolina derrotada, da autossuficiência roubada ou do parentesco réptil enxotado, se não redimiria essa vergonha fugaz e nostálgica, tudo baseado em documentos importados da Holanda e sob revisão leitoa.

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