O preço da passagem do ônibus em Belém deve ficar em R$3,60, talvez R$3,50 por ser ano eleitoral. Certo é que vai aumentar o preço porque o sindicato patronal, que manda no alcaide, já apresentou sua proposta.
Dessa vez não vão sequer recorrer à desculpa padrão de necessidade de renovação da frota. O famigerado reajuste será empurrado goela abaixo do usuário, à revelia do que determina a Lei Orgânica do Município de Belém, no tocante a tarifa condizente com o poder aquisitivo do povo.
O larápio Temer surrupiou parte do salário mínimo vigente, que remunera a esmagadora população empregada do país; e os desonestos Zenaldudu e Simão vivem de arrumar expedientes escusos pra reduzir os salários dos barnabés estaduais e de Belém.
Assim, cesta básica e tarifa de ônibus urbano voltam a caminhar no rumo da infame era FHC, quando esses dois itens consumiam mais do que o valor vigente do SM. Só confiscando o auxílio moradia da tribo togada, transformando-o em subsídio do preço do ônibus.
É verdade que não fiz qualquer conta a respeito desses custos, mas a olho nu consegue-se perceber que R$500 milhões em pouco mais de um ano daria para custear um subsídio que barateasse esse preço tão penoso ao bolso dos mais necessitados.
Como isto não passa de conjectura, então, é melhor ir se acostumando à dura realidade que bate na porta na medida em que o golpismo vigente veio pra isso: roubar de quem muito pouco pra dar aos que têm muito. Triste!
Dessa vez não vão sequer recorrer à desculpa padrão de necessidade de renovação da frota. O famigerado reajuste será empurrado goela abaixo do usuário, à revelia do que determina a Lei Orgânica do Município de Belém, no tocante a tarifa condizente com o poder aquisitivo do povo.
O larápio Temer surrupiou parte do salário mínimo vigente, que remunera a esmagadora população empregada do país; e os desonestos Zenaldudu e Simão vivem de arrumar expedientes escusos pra reduzir os salários dos barnabés estaduais e de Belém.
Assim, cesta básica e tarifa de ônibus urbano voltam a caminhar no rumo da infame era FHC, quando esses dois itens consumiam mais do que o valor vigente do SM. Só confiscando o auxílio moradia da tribo togada, transformando-o em subsídio do preço do ônibus.
É verdade que não fiz qualquer conta a respeito desses custos, mas a olho nu consegue-se perceber que R$500 milhões em pouco mais de um ano daria para custear um subsídio que barateasse esse preço tão penoso ao bolso dos mais necessitados.
Como isto não passa de conjectura, então, é melhor ir se acostumando à dura realidade que bate na porta na medida em que o golpismo vigente veio pra isso: roubar de quem muito pouco pra dar aos que têm muito. Triste!

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