Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

É ver para crer


Com a farta distribuição de dinheiro a fim de restaurar-se as erodidas orlas fluviais parauaras, poder-se-ia dizer que Helder adota o método brizolista de comer pelas beiradas as eleições de outubro.

O diabo é conseguir devorar todo o prato,antes que algum aventureiro venha e o faça. sim porque Simão, como aplicado discípulo do Barbalhismo aplicado ao jogo eleitoral, vem fazendo o mesmo e provocando indignação no concorrente.

Há, ainda, o trauma pela derrota de 2014, quando a vitória esteve nas mãos de Helder, deu meia volta e foi morar(com cheque moradia e tudo) no colo de Simão.

Por isso, é prematuro afirmar o favoritismo do filho do senador Barbalho na medida em que trata-se de um candidato dependente dos desígnios de São Tomé.

Mesmo os pais, católicos fervorosos, parecem ter mais fé no citado santo que no desempenho eleitoral do filho, daí dormirem, acordarem e desempenharem o mandato preferencialmente posando como arrebanhadores de votos pro rebento.

No caso, há um complicador até aqui pouco falado, mas certamente constante do elenco de preocupações dos operadores de Helder. Trata-se da falta de um nome nacional que venha aqui e ajude a alavancar a candidatura do aliado, contribuindo pro êxito tão almejado.

Ao contrário. O candidato emedebista terá seu nome associado ao titular do governo a que serve, o bandidão Michel Temer, desgraça anunciada nas pesquisas que indicam rejeição de cerca de 80%, pra quem cai no inferno dessa associação. Que situação! 

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