Com a farta distribuição de dinheiro a fim de restaurar-se as erodidas orlas fluviais parauaras, poder-se-ia dizer que Helder adota o método brizolista de comer pelas beiradas as eleições de outubro.
O diabo é conseguir devorar todo o prato,antes que algum aventureiro venha e o faça. sim porque Simão, como aplicado discípulo do Barbalhismo aplicado ao jogo eleitoral, vem fazendo o mesmo e provocando indignação no concorrente.
Há, ainda, o trauma pela derrota de 2014, quando a vitória esteve nas mãos de Helder, deu meia volta e foi morar(com cheque moradia e tudo) no colo de Simão.
Por isso, é prematuro afirmar o favoritismo do filho do senador Barbalho na medida em que trata-se de um candidato dependente dos desígnios de São Tomé.
Mesmo os pais, católicos fervorosos, parecem ter mais fé no citado santo que no desempenho eleitoral do filho, daí dormirem, acordarem e desempenharem o mandato preferencialmente posando como arrebanhadores de votos pro rebento.
No caso, há um complicador até aqui pouco falado, mas certamente constante do elenco de preocupações dos operadores de Helder. Trata-se da falta de um nome nacional que venha aqui e ajude a alavancar a candidatura do aliado, contribuindo pro êxito tão almejado.
Ao contrário. O candidato emedebista terá seu nome associado ao titular do governo a que serve, o bandidão Michel Temer, desgraça anunciada nas pesquisas que indicam rejeição de cerca de 80%, pra quem cai no inferno dessa associação. Que situação!

Nenhum comentário:
Postar um comentário