E aquele trapezista escrotal de alcunha planaltina, mas operando seu ofício manual cá na planície? Hoje escrevinha no panfleto do patrão que o secretário nacional dos portos foi omisso em relação à catástrofe ambiental ocorrida em Barcarena há cerca de duas semanas, quando um navio afundou com cinco mil cabeças de gado.
Em que mundo, fundo de um bar vive esse nefelibata etílico? Primeiro, que o dito "ministro" tomou posse há menos de uma semana, depois, na sexta-feira última, o servidor público federal Helder Barbalho esteve naquela cidade vitimada pelo desastre e anunciou que o governo garantirá cestas básicas e ajuda de custo em espécie à população que teve prejudicado seu trabalho e a consequente sobrevivência dele oriundo.
Nesse caso, cabe uma perguntinha nada ociosa: E Simão, a autoridade máxima deste estado? Disse o que sobre esse triste episódio? O que determinou ao governo do Pará em atenção aos moradores, em forma de providência ou medidas para coibir esse transporte medieval?
Infelizmente, esse jornalixo escrotal não é capaz de incomodar seus patrões se disso depender a ciência que devem dar à sociedade governantes do naipe de Simão, contumazes ases da esquiva quando mais o assunto exige deles intervenção. Com efeito, é uma beleza aparecer de "surpresa" e cortar a fita de inauguração de uma obra de responsabilidade de governante de outro ente federado, mas, na hora de assumir aquilo que lhe diz respeito, vai literalmente cantar na freguesia que lhe é familiar. Lamentável!

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