Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

segunda-feira, 23 de março de 2015

A finesse de Macunaíma


O pinga-pinga sibilino que os detentores da lista dos fraudadores do fisco refugiados no HSBC suíço revelou mais uma chusma. Dessa vez composta por globais da área do entretenimento, dentre os quais, a raivosa direitista Maitê Proença, pioneira do coxismo que encena indignação com corrupção, mas vive da  mais vil malandragem macunaímica que se conhece.

Como diz o ex-deputado suíço Jean Ziegler, "a Suíça é hoje o principal centro de circulação, da  lavagem e da reciclagem do dinheiro da morte. Durante gerações, fora o símbolo da higiene, da saúde, da limpeza. Hoje é um foco de infecção. Providas de administradores, de financistas e de advogados de admirável imoralidade, as organizações multinacionais da droga e do crime constituem inimigos praticamente invisíveis para as sociedades democráticas".

Será que esses notáveis da mais fina flor brasileira ignoram a companhia bancária que tem? Provavelmente, não. Apenas valem-se da ignorância de um povo privado das mais relevantes informações, negadas por muitos desses envolvidos com a escória do mundo, a fim de multiplicar seus ganhos e ainda serem alvos da admiração daqueles que nem imaginam o que admiram, assim como ignoram como são feitas as salsichas e os tratados internacionais que dão aparência higiênica à sordidez ora descoberta, mas não a ponto de merecer da mídia uma abordagem decente, por motivos óbvios, ressalte-se.

Como diz Miguel do Rosário, vida que segue. Mesmo por caminhos tortuosos traçados por aqueles que teimam em apropriar-se do destino dos outros. Não importa. Um dia os faremos ver que n~~ao conseguirão. Chaplin dizia que a liberdade não morrerá enquanto houver alguém disposto a morrer por ela. Um dia esses "clientes" dos HSBCs da vida entenderão isso.

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