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| Paulo Abrão, da Justiça: menos burocracia, mais solidarieda |
De acordo com balanço do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão colegiado vinculado à Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça, foi ampliado em dez vezes o número de pedidos analisados por trabalho. Com isso, a produtividade do órgão saltou de 33 solicitações por plenária, em 2011, para 368, em 2014.
“Algumas resoluções administrativas permitiram a simplificação e a desburocratização dos processos, gerando resultados mais ágeis, capazes de atender à maior demanda”, explica Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça e presidente do Conare.
As solicitações dos refugiados aumentaram, entre 2011 e 2014, de 1.138, no primeiro ano, para 8.302, em 2014. Atualmente, o Brasil reúne 6.492 refugiados de 80 nacionalidades diferentes e outras 556 pessoas reassentadas. O número tende a aumentar ainda mais neste ano, após muitos haitianos terem solicitado autorização de residência permanente em caráter humanitário.
O Conare capacitou agentes da Polícia Federal para melhor atender as solicitações de refúgio no País. Outra medida do órgão é buscar formas de integrar essas pessoas à população. Em 2012, por exemplo, foi eliminado da documentação desses estrangeiros a informação de que ele era refugiado, pois isso os estigmatizava.
Confira as dez nacionalidades mais populosas no Brasil:
Síria -1739
Angola – 1071
Colômbia – 834
RDC – 799
Líbano – 393
Libéria – 258
Iraque – 235
Palestina – 219
Bolívia – 145
Serra Leoa – 137
(Agência PT)


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