No ano em que o Pará foi reconhecido como maior produtor de pescado do país, o governador resolveu extinguir a Secretaria de Pesca. Ato contínuo, a presidenta Dilma nomeia um paraense para o Ministério da Pesca, ressaltando que o assunto é encarado pelo titular do governo paraense como mera atividade de lazer, ou manifesta-se apenas através de uma portaria anual proibindo a saída do pescado de nossas fronteiras durante a semana santa.
Perde-se, assim, a oportunidade do estabelecimento de uma parceria que nos colocasse na vanguarda da criação de políticas públicas que barateassem ao povo da terra essa opção saudável de alimentação, consolidando essa liderança. Do jeito que está, daqui a alguns anos assistiremos nossos governantes de plantão desfiar a cantilena velhaca de que, por motivos discriminatórios, perdemos a condição de maiores produtores, quando hoje salta aos olhos que o governador Simão omite-se criminosamente em dar sua parcela de contribuição para que a condição de liderança perdure por longa data, apenas por auto suficiência politiqueira de quem dispensa parcerias e contenta-se com a virtualidade de uma mídia parasita que faz de um deletério reino da fantasia a razão de ser do atual governo. Lamentável!

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