Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

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A arrecadação de impostos e contribuições federais totalizou R$ 90,7 bilhões em setembro, recorde para o mês, informou a Receita Federal. 
As operações de crédito do sistema financeiro somaram R$ 2,901 trilhões em setembro, com crescimentos de 1,3% no mês e de 11,7% em doze meses. O ritmo de expansão foi maior do que o registrado para agosto, quando houve variações respectivas de 0,9% e 11,1%. O montante representou 57,2% do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas de um país), ante 56,7% em agosto e 55% em setembro de 2013.
A expectativa dos consumidores brasileiros com a economia melhorou pelo segundo mês seguido. Elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) cresceu de 109,7 pontos em setembro para 112 pontos em outubro, alta de 2,1%. Em 2014, o índice está abaixo apenas dos 113,9 pontos registrados em janeiro.
A indústrias de bens de capital e de consumo duráveis tiveram as maiores altas em setembro em relação a agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A primeira cresceu 1,9%, e a segunda registrou expansão de 8%. As duas, no entanto, cresceram a partir de um patamar mais baixo, pois acumulam as maiores quedas em 12 meses e durante 2014, além de registrar quedas expressivas na comparação com o mesmo mês de 2013.
Segundo estudo realizado pelo Valor Data, que levou em consideração a média de 17 instituições financeiras e consultorias, após avanço de 0,7% em agosto, a produção industrial subiu 0,2% em setembro, sempre em relação ao mês anterior, descontados os fatores sazonais. As estimativas para a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF), a ser divulgada amanhã pelo IBGE, vão de queda de 0,5% até alta de 1,5%.
Até dezembro, devem ser injetados na economia brasileira cerca de R$ 158 bilhões com o pagamento do 13º salário aos trabalhadores e aposentados, crescimento de 10,1% em relação aos R$ 143 bilhões pagos no ano passado. Esse valor representa 3,0% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
Como se vê, está ficando cada vez mais difícil a vida do ainda presidenciável Aécio Neves e sua claque Brancaleone, que teimam em não reconhecer o resultado das eleições e seguem vociferando furibundamente que 51 é um número maior que 54. Credo!
(Com informações do Oekomomikus)

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