Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

E Simão?


Segundo o noticiário nacional, o governador reeleito de Goiás, Marconi Perillo, cortará dezenas de milhares de postos de trabalho, entre comissionados e temporários, a fim de adequar os gastos às receitas que se prenunciam mais raquíticas; o também reeleito Geraldo Alckmin, em São Paulo, diante do brabíssimo 'desconforto hídrico' por que passa o povo, foi até Dilma Rousseff pedir uma ajudazinha de R$3,5 bilhões; em Minas Gerais, após 12 anos de mando tucano, o governador eleito pelo PT já sabe que encontrará o caixa com as finanças bastante comprometidas, fruto do excesso de empréstimos pra fechar o caixa na maioria desses doze anos.

E aqui no Pará? Como ficarão as finanças do Tesouro, após uma campanha tão custosa e que não deve ter poupado o erário, conforme atesta o episódio do cheque-moradia? Claro que o dinheiro gasto através da COHAB é muito pouco pra fazer cócegas nas receitas gerais do estado. No entanto, junte-se isto a outros gastos ituanos, como o feito pelo assistencialismo crônico através do ProPaz, e podemos constatar que o 'dinheirinho' pode estar todo comprometido.

Aliás, pra quem é dado à leitura minuciosa do Diário Oficial, é bom prestar a atenção nas recorrentes operações de remanejamentos ocorridas sempre nesse período, entre orgãos da administração estadual, provenientes de um certo 'excesso de arrecadação'. Talvez ali se possa detectar pra onde estão indo os recursos do tal 'Pacto pela Educação', bem como do 'Municípios Verdes'. Se tudo der certo possibilitando tapar-se todos os rombos, Simão continuará blefando a respeito do equilíbrio das contas sob sua gestão.

Se, não, igualmente continuará a lenga lenga da auto exaltação pelo trato sério(risos, prolongados) imprimido por seu governo. Resta saber se, como seus correligionários tucanos, passará o chapéu ou enxugará a máquina livrando-se de comissionados e temporários/apadrinhados, algo difícil de operar principalmente nesse pós-eleição de tantos cupinchas sem mandato, emprego ou sinecura. Que dureza!

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