247 – O deputado Chico Vigilante, do PT-DF, aponta série de
irregularidades que teriam sido cometidas por Roberto Freire, hoje
presidente do PPS, durante o governo de José Roberto Arruda no DF. Leia a
nota divulgada pelo deputado:
O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, que posa de pai da
moralidade nas interseções do horário político do partido dele na
televisão, que ataca sem dó nem piedade, com ferocidade o Partido dos
Trabalhadores e o ex-presidente Lula, pasmem toda gente, esse mesmo
senhor, foi durante muito tempo membro do Conselho Administrativo da
Terracap, durante o governo de José Roberto Arruda, então pelo DEM.
O presidente do PPS ingressou no Conselho da Terracap no dia 25 de maio
de 2007, onde recebeu como membro um montante correspondente a
R$132.479,12 na totalidade. Sendo R$ 49.164,44 no ano de 2008;
R$42.643,03 no ano de 2009 e o equivalente a R$14.745,35 em 2010.
Se considerarmos que Roberto Freire, mesmo residindo em Recife, capital
do Pernambuco, abocanhou mais de R$132 mil como integrante de um
Conselho no governo de Arruda, chegaremos à óbvia conclusão de que o
presidente do PPS, arrogante em seu discurso de ética e moralidade, não
se afastou da função de conselheiro do governo Arruda e do DEM no DF nem
mesmo durante o maior escândalo político do país, que culminou na
prisão do então governador, a Caixa de Pandora do DEM.
Vale relembrar que a operação Caixa de Pandora foi deflagrada no dia 27
de novembro de 2009 pela Polícia Federal. E agora, senhor Roberto
Freire, o que o senhor tem a dizer sobre isso? Contra fatos não há
argumentos. Ou há?

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