Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Felipão faz justiça à seleção de 1950.

Excelente e oportuna a intervenção do treinador da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, em um seminário sobre o evento Copa do Mundo, resgatando a dignidade da seleção brasileira de 1950, tida pelas gerações seguintes como símbolo do fracasso brasileiro no futebol.
Felipão afirmou o contrário, que se tratava de uma seleção vencedora, representando um país que, nas três copas anteriormente realizadas, nunca tinha ido além das oitavas de final, no entanto, naquele ano, sagrou-se vice-campeã mundial e raspou a trave do título, mesmo enfrentando uma equipe temida no mundo todo, que já havia conquistado uma Copa do Mundo e uma medalha de ouro olímpica, a seleção uruguaia. E foi esse desempenho, segundo Felipão, que abriu nosso vitorioso caminho de cinco conquistas desse título.
Isso não só demonstra a lucidez do nosso treinador como faz justiça a um time que encantou o mundo, mas que é vista pelas gerações seguintes com os olhos e o mau hábito que se tem de só valorizar os times que foram campeões, exceção feita ao time de 1982, este, diga-se, até com pior desempenho, pois ficou pelo caminho batido que foi pela Itália nas quartas de final.

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