O campo conservador, estadunidenses à frente, vai ter dificuldade em achar um nome capaz de fazer frente aos até aqui indicados, o presidente uruguaio 'Pepe' Mujica, indicado pela coalizão parlamentar uruguaia Frente Ampla como "exemplo de vida" por ser construtor de caminhos que contribuem para a igualdade social e respeito aos direitos humanos; e o ex- analista da Agência de Segurança dos EUA(NSA), Edward Snowden, indicado por dois deputados do Partido da Esquerda Socialista da Noruega, que vive exilado atualmente na Rússia.
É verdade que há sempre um Obama, uma Merkel, diaponíveis para abiscoitar esse tipo de troféu, como ocorreu ano passado, quando o presidente dos EUA foi agraciado mesmo promovendo várias carnificinas no mundo, comprovando que não há nada mais parecido com um republicano do que um democrata. De qualquer modo, diante do protagonismo de lideranças mundiais oriundas de paises emergentes, como Lula e o próprio Mujica, não é nada fora do comum que essa premiação seja feita fora dos padrões habituais, marcados pelo absurdo papel desempenhado no mundo pelo agraciado.

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