Incrível como mesmo o PMDB fora do governo tucano do Pará o jornal do 'coronel' Barbalho informa muito mais a respeito do que ocorre nos bastidores daquela governança do que o jornal dos Maiorana, porta-voz que deveria reinar absoluto na tarefa de informar a respeito das tratativas para o futuro. Infelizmente, tudo indica que o hábito adquirido durante a ditadura entortou a boca resignada do jornal da 25 de Setembro, daí só conseguir produzir textos de louvação.
Hoje, por exemplo, enquanto o tal Repórter70, evidente louvação ao advento do famigerado AI-5, discorre a respeito de uma emenda da bancada do Pará ao OGU visando dinamizar os arranjos produtivos locais com respeito ao meio ambiente, a cidadania e bláblábláblábláblá, o Repórter Diário conjectura a respeito de um possível fortalecimento político do vice governador, sugerindo que este estaria transformando e fortalecendo sua recorrente interinidade em efetividade, inclusive citando os sintomas que levam à essa conclusão.
Que bom seria para o leitor se o jornal oficioso do governador resolvesse adotar a política como pauta. Mesmo com o seu perfil altamente conservador, ainda assim, forneceria material lapidar ao debate vivido pela sociedade nesses momentos. Lamentavelmente não é o que ocorre e a perspectiva é que tenhamos pérolas da estultice, como algumas soltas a quando do último ano da gestão delinquente do voraz ladravaz D. Costa, saudado pelo nostálgico de 1970, como alguém que deixaria em caixa R$800 milhões e registrado em cartório tudo que sua gestão tinha deixado em andamento. Dá pra acreditar?

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