Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

domingo, 1 de novembro de 2026

O destruidor de tabus


Até 2022, todos os presidentes que concorreram à reeleição, instituída em 1998, conseguiram êxito para um segundo mandato.

Fernando Henrique Cardoso reelegeu-se em 1998; Lula em 2006 e Dilma Rousseff em 2014, até o golpe midiático/ político/ jurídico, quando um vil golpe a depôs.

Forças conservadoras, capitaneadas pelos gangsters Aécio Neves, Michel Temer e Eduardo Cunha, juntaram-se à mídia comerciante e a um punhado de togados facinorosos pra impedir que Lula voltasse em 2018.

Porém, em vez de tucanos conforme o script, ascendeu o horror fascista que matou, roubou, e destruiu conquistas sociais que faziam o povo feliz, sem contar a caterva que tomou de assalto o parlamento brasileiro, tornando-o pior do que já era.

Foi Lula que impediu o pior, ao derrotar o genocida e gatuno Jair Bolsonaro, além de quebrar a sequência de reeleições dos eleitos desde 1994, mandando pras calendas gregas o salafrário miliciano, posteriormente condenado por uma parcela dos crimes que cometeu.

Em 2026, o rebento fascista escolhido pelo chefe do clã pra enfrentar Lula saiu na frente enquanto a mídia mercenária lembrava que desde quando havia sido instituída a reeleição, todos os que venceram o primeiro turno ratificavam a vitória no segundo turno, e Lula quebrou mais esse tabu.

Agora, alguém terá que superar as barreiras erguidas por Lula, até aqui o único presidenciável distinguido com mais de 60 milhões de votos, tanto em 2022, quanto ultrapassou a barreira desses 60 milhões de votos, quanto em 2026, quando chegou a quase 65 milhões de votos e tornou-se tetra presidente, outro feito memorável. E o que virá no pós Lula.

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