O plenário do Senado Federal deve votar hoje, provavelmente nos dois turnos exigidos pela Constituição Federal, a PEC que reduz a carga horária semanal das atuais 44 horas, para 40 horas, com período de um ano em 42 horas, a fim de que as empresas se adequem à mudança.
A proposta foi aprovada pela Câmara Federal, ainda no primeiro semestre deste ano, ficando nas gavetas do presidente do Senado por longos cinco meses, quando já poderia até ter entrado em vigor, humanizando tardiamente uma jornada de trabalho que já deveria constar da Constituição em1988.
Até o momento, ninguém fala se o senador Rogério Marinho(PL/ RN), ou o senador Flávio Bolsonaro, apresentarão emenda estendendo o prazo de transição para além de um ano, conforme manifestação anterior de ambos, ou se votarão a proposta do jeito que veio da Câmara Federal, o que permitiria uma promulgação mais célere.
O que se sabe é que o candidato do PL e seu coordenador de campanha prometem tentar reverter essa vitória da classe trabalhadora após a eleição do dia 25 próximo, caso Flávio seja eleito(toc toc toc), afinal, Jair, o pai do atual candidato do PL, foi o único a votar nos dois turnos contra os direitos das empregadas domésticas e filho de peixe peixinho é...


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