É, no mínimo, antipática a postura do chefão do Grupo Líder, deixando-se filmar como um bon vivant e criticando o fim da desgastante jornada de trabalho de 44 horas semanais.
Certamente o tal empresário não ficará um centavo mais pobre, além de ter a oportunidade de retribuir tudo o que o povo lhe deu em riqueza gerando mais empregos, agora com trabalhadores mais felizes.
Lembro da primeira vez que entrei em uma loja, acho que a primeira do Líder, ali na Alcindo Cacela, entre Conselheiro Furtado Furtado e Gentil Bittencourtt, instalações modestas e quase um tabernão de bairro.
Hoje, com um faturamento bilionário, sabe-se lá quantas lojas de supermercados e outras atividades, além de ostentar um enorme painel de uma fazenda do grupo em suas lojas, embora os cortes das carnes que vende sejam famigerados, mas isso é outro papo.
Enfim, o que importa é mostrar que, independente do ramo de atividade comercial, o empresário tupiniquim é, via de regra, mesquinho, de mentalidade atrasada e explorador do sangue, suor e força alheia, mesmo diante do exemplo de outros concorrentes que teve, hoje apenas retratos na parede. Uma pena!


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