Pastores empresários, definitivamente, não são profetas fora da bolha dos negócios em que fazem suas fortunas nababescas.
Por isso, quando em uma sessão dessas um pastor previu que André Mendonça galgaria a um posto que ia o fazer mudar as leis do país, o terrivelmente golpista deveria relativizar essa previsão descabida.
O episódio que ora arrasta para a sarjeta o Supremo Tribunal Federal não engrandece em nada o ungido pelo pastor e por dona Micheque, ao contrário: mostra que esse momento degradado de nossa Suprema Corte deve muito a Mendonça.
Fora a desconstrução quase total do trabalho do boçalnarista André Mendonça, salta aos olhos a falta de saber jurídico que acomete ao "ungido", daí estarmos sob a perspectiva do agravamento da crise, já o tendo como um dos objetos dessa lavagem dessas togas sujas.
Menos mal que há Flavio Dino, que, em boa hora, retirou da pauta política da eleição aquilo que o boçalnarismo orquestrou através do seu "ungido" a fim de favorecer o primeiro miliciano na linha sucessória do clã, na ausência do capo por motivos carcerários incontornáveis.

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