Pega fogo o embate entre a mídia familiar, o manjado PIG(partido da imprensa golpista) contra as redes sociais independentes.
Chama a atenção que, mesmo você tendo de um lado o poderoso Jornal Nacional, as redes sociais parecem atingir um público melhor informado, o que acaba dando um certo equilíbrio ao jogo.
Fato: mesmo ainda tendo grande audiência, a mídia tradicional á não detém o monopólio da informação e da formação da opinião pública, parece até que grande parte dessa audiência apenas espera a novela.
Quem conhece minimamente a história da consolidação do chamado 4º poder, sabe das relações promíscuas dos donos dessas empresas com a elite econômica do país, assim como sempre comportou-se de modo a sobrepor esse interesse pecuniário sobre o dever de informar.
O auge desse desempenho sórdido ocorreu à época do segundo governo Dilma, até o impeachment, quando rádios, jornais e tevês tentaram criminosamente destruir o PT impedindo que Lula fosse candidato à sucessão de Dilma, vilmente golpeada por um conluio de facínoras.
Hoje, vemos a chamada grande imprensa usar as eleições para tentar provar que fez a opção certa e aquele golpe contra a democracia foi legal, então, há uma recorrente tentativa de mostrar Lula como um corrupto, mesmo que os fatos históricos desmintam essa versão, bem como a justiça tenha desmascarado a trama. Triste!

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