Em 2018, para evitar a vitória de Lula, o poder político e midiático ungiu um facínora togado de 1ª instância à mais alta instância do Poder Judiciário.
Em 2022, o presidente estadunidense, o democrata Joe Biden, foi um dos primeiros a reconhecer a vitória de Lula, inibindo qualquer quartelada aventureira.
Em 2026, voltam a recorrer a um togado, dessa vez integrante do STF, a fim de evitar que o processo eleitoral transcorra dentro da normalidade, o indigitado agride a instituição a que deveria servir, tudo para dar ensejo que o atual presidente estadunidense recuse-se a reconhecer a vitória de Lula, abrindo brecha para a ruptura institucional, através de um golpe. É isso que está posto até aqui.

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