O reajuste do Bolsa Família, a poucos dias da eleição, é menos eleitoreiro do que um togado usar o cargo para blindar o filho de quem o nomeou para juiz.
Além disso, essa ajuda pecuniária aos mais vulneráveis levou em conta duas coisas fundamentais: a melhora das contas do INSS e a inflação que, mesmo em queda, ainda pesa no bolso.
Enfim, o melhor de tudo isso é ver recursos disponíveis no orçamento sendo usados em favor da camada social mais empobrecida, em vez de entesourados para, lá a diante, virarem superavit fiscal e irem direto pra engorda da especulação financeira.

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