Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Os orfãos do neymarismo nostálgico


Pelo menos uns noventa por cento daqueles que pediam Neymar jr na seleção, durante o amistoso contra a Croácia, assistiram mais shows do Roberto Carlos do que jogos da seleção.

Fazem parte daquela torcida apática, alienada e artificialmente patriota, que entoava, em 2014, o antipático refrão "sou brasileiro, com muito orgulho e muito amor", mesmo reverenciando a bandeira estadunidense.

Nada comparável ao que ocorreu em 1950, por exemplo, no Maracanã recém inaugurado, quando o Brasil goleou a Espanha por 6 x 1, sob o coro de "Eu fui às touradas em Madri,pararatinbumbum..." e olha que a marcha carnavalesca do Braguinha era do final dos anos 1930, mas ali estava o povo em festa.

Ao contrário desse momento, dos que pedem aquele ex jogador que ainda teima em perambular por gramados, na seleção; com efeito, esses suplicantes veem o futebol com os olhos que as BETs orientam ver , nos estádios são flagrados pelas câmeras mais olhando para o celular do que pro campo de jogo, em casa, diante da televisão, são indiferentes aos comentários dos garotos- propaganda, desmentindo as imagens vistas. Mais atrapalham do que ajudam. 

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