O serial killer e assaltante perigoso, Claudio Castro, que governava o Rio de Janeiro por obra e (des)graça do fascismo, renunciou ao cargo na véspera de consumar-se sua cassação pelo TSE.
Sua (má)intenção, entre outras, era evitar uma eleição direta, pois, com maioria na Alerj, poderia colocar um comparsa na presidência do legislativo carioca e assim evitar o desmonte de seu esquema criminoso.
O ministro do STF, Cristiano Zanin, levou o caso pro pleno da Suprema Corte, que agora decidirá qual tipo de eleição teremos, se direta ou indireta, com grandes chances de tirar das mãos dessa quadrilha o comando do estado.
Há quem diga que a renúncia de Castro é como fazer de escudo à prova de bala uma folha de jornal, afinal, ele só renunciou às vésperas da conclusão do dito julgamento, com o resultado praticamente conhecido por todo o povo do Rio de Janeiro. Não dá!

Nenhum comentário:
Postar um comentário