Já passou da hora dos movimentos populares e sociedade civil darem nomes aos bois e identificar quem mantem relações promíscuas com Cargill, Vale, Hydro e assemelhados na tentativa de destruição de ecossistemas amazonidas.
A mobilização é fundamental, assim como o juntar-se à luta dos povos ancestrais, todavia, palavras de ordem e veias dilatadas por berros proferidos em discursos emocionados não vão mudar a situação porque o vento leva todo esse clamor.
O que falta para identificar os projetos? Quais medidas pós COP30 foram tomadas no âmbito da expansão do plantio de soja e milho? Por que a implosão pura, simples e criminosa do Pedral do Lourenço, no rio Tocantins, que implicará na destruição de ecossistemas?
É hora, pois, de maturidade, de conhecimento de causa e que disso resultem propostas concretas que apresentem um outro modelo de desenvolvimento; e que essas ações sejam extensivas a Bujaru e Acará, ameaçadas de virar lixão porque governos incompetentes mostram-se incapazes de criar um aterro sanitário que trate dos resíduos sólidos produzidos na região metropolitana de Belém.

Nenhum comentário:
Postar um comentário