Essa, talvez, seja a última tentativa que os EUA fará para consolidar a hegemonia do estado de Israel no Oriente médio.
Como se sabe, o Irã é um dos países que não reconhece Israel como estado e até hoje o trata como um monte de assentamentos ilegais.
A julgar pelo até aqui relatado, esta não será uma guerra de 12 dias, como verificado no meio do ano passado, o Irã considera inimigo todo aquele território que abriga bases estadunidenses, englobando Bahrein, Kuwait, Catar, Síria, Jordânia, Iraque e Emirados Árabes Unidos.
Pra aumentar o risco de um conflito prolongado e de proporções maiores, quatro navios de guerra, dois da Rússia e dois da China, encontram-se nas mesmas águas em que amarinha estadunidense colocou seus dois porta aviões, afinal, a China é a maior compradora do petróleo Iraniano.
Enfim, como diziam alguns versos de Lunik 9, de Gilberto Gil, "Poetas, seresteiros, namorados, correi..." Só que agora não é apenas a lua que está em perigo, mas todo o planeta terra e suas produções humanas que nos levaram à reflexão e à tentativa de paz, ao que parece todas inúteis, todas derrotadas pela estupidez da espécie.

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