Cada vez que a chamada mídia progressista gasta rios de energia para centrar fogo no ministro Dias Tofolli, como se este fosse o maior vilão do escândalo Master, o ex presidente do Banco Central, Campos Neto, estoura a rolha de um espumante francês.
'Anjo da Guarda' do rosário de sacanagens com que o sistema financeiro foi abalado, depois que o citado banco deu um golpe de dezenas de bilhões, Campos Neto não só acobertou a sacanagem, mas impediu que a área técnica do BC investigasse o que era evidente.
É a reedição farsesca do que fizeram os malfeitores Moro e Dallagnol, quando centraram suas investigações das roubalheiras na Petrobras a partir de 2003, todavia, Cerveró, Renato Duque e Paulo Roberto Costa, o trio de gatunos que operava a favor de políticos, já o fazia desde o início dos anos 1990, e em 2003 a quadrilha já estava sendo desbaratada.
Porém, como a missão dos bandidos togados era acertar o PT, embaralhou-se datas, misturou-se quem nada tinha a ver com a ladroagem, além de tirar das investigações ladrões beneficiados com a bandidagem; depois o juiz ladrão condenou o citado trio a mais de cem anos de cadeia cada um, posteriormente, revertendo as penas para prisão domiciliar.
Parece que vamos no mesmo rumo, com um agravante: parte daqueles que denunciaram as bandidagens do juiz ladrão e seus comparsas, hoje posam de lavajatistas e ajudam bandidos perigosos a ocultarem-se sob o manto protetor da mídia golpista. Lamentável!

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