Até aqui remoendo sua inviabilidade eleitoral, o governador de São Paulo parece não ter abandonado o projeto da disputa presidencial, ainda este ano.
Para isso, sonha com uma conjuntura mundial que o favoreça, algo que envolve avanço de Donald Trump em suas más intenções em sufocar governos de centro esquerda na América Latina.
O governador até já tirou a máscara boçal que ostentava, trocando-a por outra que julga mais viável atualmente: a do tresloucado presidente argentino, Xavier Milei, de quem copia o modelo de desgoverno.
Oportunista de carteirinha, o governador até importou do país hermano o marqueteiro de Milei, para produzir um vídeo em que exalta a agressão trumpista contra o povo venezuelano e festeja o que considera positivo no ato terrorista do 'duce' ianque.
Desgraçadamente, o gestor paulista possui vários aliados nessa cruzada viralata contra a soberania dos povos. Além dos delinquentes Flávio Boçalnaro e Nícolas 'chupetinha' Ferreira; Júnior Camundongo, o malsinado governador paranaense e até Baleia Rossi, presidente nacional do MDB, sigla outrora combatente contra a quartelada de 1964, foram às redes sociais saudar a vilania do terrorista estadunidense.
É a consolidação da 'mileização' da política brasileira adotada pela direita, chamando de seu o modelo ultra liberal do governante argentino, sob os aplausos da faria lama e mídia comparsa, defendendo cortes radicais de quaisquer programas sociais; a venda da Sabesp é o símbolo, mas o corte do auxílio funeral dos servidores municipais de Belém, pelo prefeito da cidade, aliado remoto dessa política homicida, é a ilustração da pilhagem que visa desviar recursos desses cortes para o cassino financeiro, aquele "puteiro onde se ganha mais dinheiro", como dizia Cazuza.

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