Além da inadequação que significa a construção de um estapafúrdio rebar garden, chama a atenção a quantidade de vergalhões que sobram da obra.
Pra fincar ao longo da Doca de Souza Franco 80 árvores feitas daquele material, quantos são usados em cada uma delas? Dez? Vinte? Ou seja, há indícios de material comprado sem critérios.
Lembremos que o ex deputado Arnaldo Jordy deu entrada no Ministério Público Federal de um questionamento a respeito do que considerou custo exorbitante dessa repaginação teratológica da Doca.
Que o BNDES e a Itaipu Binacional, financiadores da obra, fiscalizem esses custos onde a quantidade de vergalhões abunda, bem como recorram ao Ministério do Meio Ambiente a fim de que faça algo para que uma cidade localizada no coração da floresta amazônica não submeta sua população ao pagamento de mico por um paisagismo patético importado de Singapura, viralatice inexplicável.
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