Totalmente furada essa hipótese levantada pela polícia carioca a respeito dos assassinatos dos médicos que vieram de São Paulo pra participar de um congresso no Rio.
A começar da semelhança entre o ortopedista e o alvo dos criminosos, com formatos cranianos bem diferente; depois, a denúncia que o alvo das assassinos estava no mesmo quiosque dos médicos.
O crime organizado faz jus a fama, logo, os criminosos dificilmente iriam em cima da primeira pessoa indicada por denúncia anônima, mesmo porque certamente estavam vigiando os passos do alvo bem antes da tal denúncia.
Assim, jamais iriam começar a caça pelo fim, isto é, por um quiosque na Barra da Tijuca quando mais certo seria vigiar os passos do suspeito bem antes de encontrá-lo já por volta de 1h da madrugada, atravessando de um hotel em frente ao tal quiosque.
A morte dos supostos assassinos dos médicos não passa de queima de arquivo, se é que foram mesmo esses que mataram o paulistas, mais plausível é que os assassinos posteriormente assassinados nada tenham a ver com o crime de anteontem, trata-se simplesmente do imenso "exército de reserva" da criminalidade carioca servindo aos propósitos convenientes da polícia.
Além da pouca semelhança entre o médico e um assassino, repita-se, incapaz de gerar confusão em quem estava no encalço de uma vingança, o que torna inverossímil a linha de raciocínio da polícia; já pensou se essas semelhanças causassem tal tipo de risco, certamente o árbitro gaúcho Jean Pierre Gonçalves, mais do que afastado dos gramados por arbitragens ruins, correria o risco de ser vítima de algum inimigo daquele astro dos filmes 'Velozes e Furiosos'. Não dá!

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