Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

terça-feira, 4 de maio de 2021

Nunca uma CPI, em tão pouco tempo, teve tantas provas para incriminar os suspeitos


Se câmeras e holofotes não empolgarem certos senadores metidos a pop stars fazendo-os meter os pelas mãos, atirando ao lixo as investigações, essa parece ser uma das CPIs mais tranquilas na reunião de elementos, documentos e tudo aquilo que comprove as suspeitas levantadas.

Hoje o ex ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta revelou que o Palácio do Planalto tentou adulterar a bula da cloroquina a fim de legitimá-lo como remédio contra a pandemia, mesmo que a Organização Mundial de Saúde desaconselhasse o uso daquele medicamento para aquela finalidade.

O resultado da falsidade ideológica da presidência da República concorreu para que milhares de pessoas morressem de covid, bem como ensejou que outras tantas adquirissem doenças graves induzidas pelo uso daquele medicamento inadequado, que o presidente teimava em recomendar como "tratamento preventivo".

Há modos e meios de provar tudo aquilo que está na raiz da investigação do papel criminoso do presidente, este nunca escondeu e não esconde de ninguém ser contra todas as medidas recomendadas por orgãos científicos para que se evite contrair o coronavírus, contribuindo para a situação deplorável ora vivida no país.

Basta apenas, ratifique-se, que o foco e a objetividade concentrem-se naquilo que está no requerimento solicitando a instalação da CPI, como fato determinado, sem penduricalhos que desvirtuem a investigação, bem como impliquem na queda em armadilhas grosseiras feitas pela bancada governista, comprometendo a conclusão de um trabalho nem tão complicado assim.

Enfim, basta levantar fatos de largo conhecimento público, fatos revelados em depoimentos e recolhimento das provas do cometimento dos crimes, talvez, sem precisar alongar muito o andamento da CPI na medida em que os criminosos sempre fizeram dos delitos cometidos uma outra outra visão do problema, como se vidas humanas, até aqui mais de 400 mil, pudessem ser perdidas sem que os responsáveis fossem punidos. Não dá!

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