A vinda do celerado Ricardo Salles, ora homiziado no Ministério do Meio Ambiente, ao Pará pra uma estada de dez dias será tão catastrófica quanto foi a de Pazzuelo, quando era ministro da Saúde, ao Amazonas.
A Amazônia retrocedeu aos tempos da quartelada de 64, no quesito destruição da floresta e agressão aos povos da floresta, com índices delinquentes de destruição do meio ambiente e avanço da grilagem e da atividade garimpeira.
Salles não é cúmplice, usa o ministério pra posar de chefe dos diversos bandos que agem livremente na destruição, a ponto de exonerar o delegado federal que tentou impedir o cometimento de crimes variados, como os citados anteriormente.
Espera-se que o governador do estado deixe de lado os recorrentes rapapés e salamaleques com que autoridades costumam reverenciar malfeitores, em razão de eventual investidura, e faça ver ao facínora em tela que não é bem vindo por aqui.


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