Vejam só que situação fofa: o ruralista e presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul que Bolsonaro nomeou bizarramente pra dirigir o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária(INCRA), espécie de raposa responsável pelo galinheiro, fez do negacionismo seu mote de gestão ao longo desse tempo em que esteve à frente do orgão.
Digo esteve porque ontem o indigitado veio a óbito, como diria o perito, e não mais atazanará os servidores para que voltem ao trabalho presencial, estupidez cometida sistematicamente, nem dará mais trabalho ao Ministério Público e à Ouvidoria do INCRA, instituições onde tramitavam procedimentos legais contra o jeito brucutu de ser daquele anacrônico cow boy.
Além do alívio, um aviso ao substituto, que pelo estilo de quem nomeia deve ser outro legatário dos personagem rudes vividos por John Wayne em Hollywood, porém, certamente tomado de cautela a partir do exemplo do ocorrido com o antecessor, afinal, como diz o ditado, passarinho que come pedra sabe o tamanho do cu que possui. Credo!


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