Sem bravatas plurais que caracterizaram seu antecessor, este depois obrigado a engolir seus 'esses' em razão da sua marca registrada, a inoperância; Edmilson enviou à Câmara Municipal projeto de lei criando o programa 'Bora Belém'.
Trata-se de promessa anunciada ainda durante a campanha, de operacionalizar uma renda básica de R$450,00, destinada às famílias em situação de extrema pobreza, predominantemente sob responsabilidade de mães solo.
Astutos metidos a críticos, depois de décadas de resignação e salamaleques ao tucanato, resolveram ladrar pro sol porque Edmilson havia prometido instituir o tal benefício através de decreto, e agora o fará através de lei aprovada na CMB.
Pachorra de salafrários, a inventar filigranas na vã tentativa de desviar a atenção do principal, que é o profundo alcance social do programa, recalcados porque reverenciavam um alcaide desumano, que preferia carrear esses recursos para o bolso de 'aspones'.
Claro que a lei é um instrumento institucionalmente mais eficaz, até por amarrar fontes de financiamento outras, além dos recursos próprios, o que solidifica sua duração para além da gestão do atual alcaide, caso persista a atual situação social. É isso.


6 comentários:
Novos programas no orçamento devem ser criados por lei. O município não possui medida provisória como o Executivo Federal. O prefeito agiu bem. Resta verificar quantas pessoas serão efetivamente beneficiadas com o apertado orçamento municipal, para sabermos se estamos diante de um programa sério ou só mais uma peça de propaganda. O futuro dirá.
Bem, se a PMB disponibiliza R$30 milhões/ano para o dito programa já parece ser algo muito mais relevante do que peça peça publicitária, aliás, um programa desses se basta para aceitação da população.
O problema é se os 30 milhões são de dinheiro diretamente destinados aos beneficiários, e aí poderia atingir até 5.555 pessoas anualmene ou se também custearão despesas "administrativas" do programa, daí porque não se sabe, até agora, seu efetivo alcance
Essa conta tá equivocada. 30 milhões de reais divididos por 450,00 resulta em quase 67 mil beneficiários, tá? Então o efetivo alcance parece ser bem mais profundo do que esses temores indicam.
Ei na ilharga, 450 durante doze meses custa 5.400, o que dividindo 30 milhões dá sim cerca de 5.500, a não ser que vão mudar mês a mês os beneficiários, aí é brincadeira.
De qualquer forma o programa é de "no máximo" 450, sendo que os critérios de concessão ainda não foram delimitados. É ruim ? Claro que não. Será significativo para diminuir a pobreza extrema em nossa cidade, para além de mero "programa piloto" ? Isso ainda terá que ser aferido.
Tá certo. É que eu calculei em cima de R$30 milhões por mês. Mesmo assim, são 5500 famílias atendidas, como você diz, ajudará a reduzir a pobreza extrema.
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