Segundo pesquisa de opinião divulgada hoje, pelo site Brasil 247, a rejeição a Jair Bolsonaro atingiu a 52% dos brasileiros, mas sua aprovação continua alta, na casa dos 44%, ainda, segundo essa pesquisa.
Claro que essa tendência, verificada entre o fim do ano e esta primeira semana de 2021, está diretamente associada ao fim do auxílio emergencial, aí incluída a redução do valor pago nos últimos meses.
Assim, Bolsonaro sabe que precisa desesperadamente de um programa que reabasteça sua popularidade socialmente, mas, "não pode fazer nada" porque é refém do mercado. Ele e seus asseclas fardados.
A caminho do descarte, com tendências à piora de sua imagem à medida que seu governo adentra os labirintos da tragédia social em curso, ainda deixará um legado infame administrativamente tal e qual o deixado pelos gorilas de 1964.
Se aqueles acabaram com a estabilidade no emprego para os trabalhadores da iniciativa privada, quando completavam cinco anos de serviço em uma empresa, agora o ladravaz Guedes tentará acabar com a estabilidade no serviço público.
Certamente sob aplausos da infame Rede Globo e demais comparsas integrantes do PIG, o Ministério da Economia pinçará privilégios aqui, acolá, para universalizar a farsa e mostrar os efeitos benéficos dessa trágica medida.
Na prática, carreiras de estado serão diluídas no toma lá dá cá típicos de governos rapaces como o atual e o serviço público será destroçado, dando lugar ao triunfo da bandidagem até que reste apenas o orçamento como bem público, mas já sob controle de malfeitores.
Nos estertores da aventura golpista de 1964, todo mundo esculachava aquela farsa fardada que retrocedeu política, econômica e socialmente o país a tempos pré 1930; com efeito Bolsonaro dará mais um passo em marcha ré, na vã esperança do ressurgimento da imbecilidade que pede a volta dos militares ao poder pedir sua volta. Uma lástima!


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